A dimensão atitudinal na educação inclusiva: desafios e práticas humanizadas no Centro Educa Mais Coelho Neto, Maranhão
DOI:
https://doi.org/10.67587/rcpr.2026.73Palavras-chave:
Educação inclusiva, Dimensão atitudinal, Atendimento Educacional Especializado (AEE), Práticas humanizadasResumo
Este artigo analisa a prática da educação inclusiva em uma escola de tempo integral no Maranhão, especificamente no Centro Educa Mais Coelho Neto, sob a ótica da dimensão atitudinal e das práticas humanizadas. A pesquisa, de natureza qualitativa e exploratória, fundamenta-se em uma experiência prática que transcende a mera conformidade legal, investigando o impacto das intervenções pedagógicas e da articulação intersetorial na vida de estudantes público-alvo da Educação Especial. O estudo aborda o impacto da restrição do uso de celulares como catalisador para a emergência de demandas antes mascaradas, o papel do especialista em AEE como mediador entre a escola, a família e a rede de proteção social, e os desafios relacionados à garantia de direitos em contextos de vulnerabilidade. A análise é alicerçada nos marcos legais brasileiros, como a Constituição Federal de 1988, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) nº 9.394/1996 e a Lei Brasileira de Inclusão nº 13.146/2015, em diálogo com as produções científicas anexas. Os resultados evidenciam que a inclusão efetiva requer uma abordagem rizomática, que perpassa os espaços escolar, familiar e social, posicionando o AEE como uma ação cidadã e transformadora. Conclui-se que o compromisso atitudinal dos educadores é o fator determinante para a superação de barreiras e a construção de um ambiente escolar verdadeiramente equitativo.
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